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dc.contributor.advisorMaia, Marta Reginapt_BR
dc.contributor.authorFernandes, Elias Costa-
dc.date.accessioned2023-05-18T19:25:40Z-
dc.date.available2023-05-18T19:25:40Z-
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.citationFERNANDES, Elias Costa. Acontecimento e testemunho jornalístico : uma análise dos livros "Olga" e "Maria Bonita: sexo, violência e mulheres no cangaço". 2023. 159 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/16593-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Comunicação. Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractEsta dissertação tem, como objeto de pesquisa, os livros “Olga” (2022), de Fernando Morais, e “Maria Bonita: sexo, violência e mulheres no cangaço” (2018), de Adriana Negreiros. Nosso objetivo é compreender de que modo as duas biografias jornalísticas puderam oferecer uma segunda vida a suas personagens, uma vida simbólica (QUÉRÉ, 2012), bem como entender em que medida essa segunda vida traz à tona memórias ignoradas ou excluídas devido a violências de gênero. Optamos pela análise de narrativa como nossa metodologia e definimos dois operadores metodológicos: a relação entre repórter e fontes; e a relação entre repórter e biografada, com inspiração no trabalho de Dayane Barretos (2017) e Ticiane Alves (2021). No primeiro deles, temos, como eixo operador, o testemunho na mídia (FROSH, PINCHEVSKI, 2009), no qual investigamos os processos de produção das biografias, buscando compreender como os autores se apropriam de relatos testemunhais. No segundo operador metodológico, temos, como eixo operador, o testemunho pela mídia (FROSH, PINCHEVSKI, 2009), no qual investigamos a reconstrução da experiência pelas narrativas construídas e a afetação causada por elas. Percebemos que os livros “Olga” e “Maria Bonita” oferecem uma segunda vida às suas personagens ao testemunharem, a partir da atividade jornalística, os acontecimentos que permearam a vida de ambas as mulheres. Tanto Morais quanto Negreiros, a partir de suas experiências relacionais, enquanto jornalistas, assumem uma postura ativa na dinâmica testemunhal e constituem, através da narrativa, os seus testemunhos. Os dois livros, além de evidenciar como o jornalismo opera em meio às disputas de narrativas, dão pistas sobre os modos de apropriação do testemunho do outro.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/us/*
dc.subjectBiografiapt_BR
dc.subjectJornalismo - aspectos sociaispt_BR
dc.subjectJornalismo científicopt_BR
dc.subjectNarrativa - retóricapt_BR
dc.titleAcontecimento e testemunho jornalístico : uma análise dos livros "Olga" e "Maria Bonita: sexo, violência e mulheres no cangaço".pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 29/03/2023 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeMaia, Marta Reginapt_BR
dc.contributor.refereeLage, Leandro Rodriguespt_BR
dc.contributor.refereeBarbosa, Karina Gomespt_BR
dc.description.abstractenThis dissertation has, as objects of research, the books “Olga” (2022), by Fernando Morais, and “Maria Bonita: Sex, Violence and Women in Cangaço” (2018), by Adriana Negreiros. Our goal is to understand how the two journalistic biographies were able to provide a second life to their characters, a symbolic life (QUÉRÉ, 2012), as well as to understand to which extent this second life brings up memories that were ignored or excluded due to gender violence. We have opted for narrative analysis as our methodology and defined two methodological operators: the relationship between the reporter and their sources; and the relationship between the reporter and their subject, inspired by the work of Dayane Barretos (2017) and Ticiane Alves (2021). In the first one, we have, as an operating axis, the media testimony (FROSH, PINCHEVSKI, 2009), in which we investigate the production processes of biographies, seeking to understand how the authors appropriate testimonial reports. In the second methodological operator, we have, as an operating axis, the witnesses in the media (FROSH, PINCHEVSKI, 2009), in which we investigate the reconstruction of experience through constructed narratives and the effect caused by them. We realized that the books “Olga” and “Maria Bonita” provide a second life to their characters by witnessing, from the journalistic activity, the events that permeated the lives of both women. Both Morais and Negreiros, based on their relational experiences as journalists, take on an active role in the testimonial dynamics and constitute, through the narrative, their testimonies. The two books, in addition to showing how journalism operates in the midst of narrative disputes, lay out clues about the ways of appropriating the testimony of the other.pt_BR
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