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dc.contributor.advisorTavares, Frederico de Mello Brandãopt_BR
dc.contributor.authorSilva, Wigde Arcangelo da-
dc.date.accessioned2023-01-17T20:40:56Z-
dc.date.available2023-01-17T20:40:56Z-
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Wigde Arcangelo da. Corpo-impresso na revista Trip: uma construção nacional refletida em corpos negros. 2022. 166 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/15961-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Comunicação. Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractEsta pesquisa reflete sobre como a revista brasileira Trip, voltada para o público masculino, se apropria de determinadas perspectivas da construção nacional de uma identidade e como essas ideias são refletidas na impressão dos corpos de sujeitos negros. Buscou-se entender como a colonialidade é uma fantasmagoria que perpassa a produção editorial a partir do espaço determinados às pessoas negras nas páginas das edições da revista Trip. Para tanto, tratou-se das diversas perspectivas da identidade nacional ao longo da história brasileira, tendo em vista como determinadas características atravessam a história sendo reinterpretadas e consolidadas no modo como o ser brasileiro é visto. Analisou-se de que maneira essas noções interferem na forma como determinados corpos podem ocupar o país. Além disso, a pesquisa problematizou sobre o corpo e seus significados sociais, considerando como a colonialidade pressiona que alguns lugares sejam ocupados para corpos de determinas raças e gêneros. O que envolveu pensar sobre o que significa um corpo ser estampando das páginas de uma revista, os processos editoriais e sociais que são acionados nesse movimento. Metodologicamente, o estudo analisou 21 matérias de 15 edições da revista Trip, a partir de um estudo prévio que envolveu uma observação panorâmica sobre mais de 200 edições do periódico, em suas três décadas de existência. No estudo do corpus, atentou-se para a construção de sentido sobre a identidade nacional e os corpos negros nas reportagens recortadas. A pesquisa conclui que a revista Trip enxerga o Brasil orientando-se por um posicionamento masculino, branco e heterossexual, o que reflete em fantasmagorias sobre os corpos das pessoas negras na revista, na tentativa de consolidar marcas da colonialidade sobre eles.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectCorpo negropt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectRevista Trippt_BR
dc.titleCorpo-impresso na revista Trip : uma construção nacional refletida em corpos negros.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 24/12/2022 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeTavares, Frederico de Mello Brandãopt_BR
dc.contributor.refereeAraújo, Valéria Maria Sampaio Vilas Bôaspt_BR
dc.contributor.refereeMafra, Rennan Lanna Martinspt_BR
dc.description.abstractenThis research reflects on how the Brazilian magazine Trip, aimed at the male audience, appropriates certain perspectives of the national construction of an identity and how these ideas are reflected in the impression of the bodies of black subjects. We sought to understand how coloniality is a phantasmagoria that permeates editorial production from the space determined for black people in the pages of the magazine. In order to do so, it dealt with the different perspectives of national identity throughout Brazilian history, considering how certain characteristics cross history being reinterpreted and consolidated in the way the Brazilian being is seen. It was analyzed how these notions interfere in the way in which certain bodies can occupy the country. In addition, the research problematized the body and its social meanings, considering how coloniality puts pressure on certain places to be occupied by bodies of certain races and genders. Which involved thinking about what it means for a body to be stamped on the pages of a magazine, the editorial and social processes that are triggered in this movement. Methodologically, the study analyzed 21 articles from 15 issues of Trip magazine, based on a previous study that involved a panoramic observation of more than 200 issues of the journal, in its three decades of existence. In the study of the corpus, attention was paid to the construction of meaning about national identity and black bodies in the clipped reports. The research concludes that Trip magazine sees Brazil guided by a male, white and heterosexual position, which is reflected in phantasmagorias about the bodies of black people in the magazine, in an attempt to consolidate marks of coloniality on them.pt_BR
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