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dc.contributor.authorCalazans, Marcos Moraes-
dc.date.accessioned2020-08-13T17:00:13Z-
dc.date.available2020-08-13T17:00:13Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationCALAZANS, M. M. Crítica da cientificidade do crime semicolonial Samarco/Vale/BHP. Geographos, Alicante, v. 10, n. 113, p. 23-58, fev. 2019. Disponível em: <https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/87667/1/Marcos_Calazans.pdf>. Acesso em: 03 jul. 2020.pt_BR
dc.identifier.issn2173-1276-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12590-
dc.description.abstractEste relato é parte de uma investigação mais ampla na qual se investigou a cientificidade do conflito gerado pela ruptura da barragem de Fundão, em Mariana-MG (Brasil). No dia 5 de novembro de 2015 a barragem da mineradora Samarco, controlada por Vale S/A e BHP Billiton, se rompeu e uma avalanche de 55 milhões de m3 de lama de rejeitos de minério de ferro devastou distritos e povoados inteiros, matou 19 pessoas e atingiu 663 km de corpos hídricos até chegar ao oceano atlântico. Neste relato apresenta-se uma discussão sobre a cientificidade do crime denominado na pesquisa como crime semicolonial Samarco/Vale/BHP. Foram analisados relatórios e laudos técnicos, documentos das empresas, acompanhou-se reuniões de negociação entre técnicos e engenheiros das empresas e pessoas atingidas. Os resultados mostram que análises sobre as causas difundem uma ideia de relação multicausal com aparência sistêmica, manipulando a percepção sobre a causalidade. Ao contrário, percebe-se que a velocidade de alteamento da barragem se constitui como momento predominante impulsionado pela lógica da extração de taxas de lucro exorbitantes.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsrestritopt_BR
dc.subjectBarragem de Fundãopt_BR
dc.subjectConflito socioambientalpt_BR
dc.titleCrítica da cientificidade do crime semicolonial Samarco/Vale/BHP.pt_BR
dc.title.alternativeCrítica de la cientificidad del crimen semicolonial Samarco/Vale/BHP.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.description.abstractenEste relato es parte de una investigación más amplia en la que se investigó la cientificidad del conflicto generado por la rotura de la presa de Fundão, en Mariana-MG (Brasil). El 5 de noviembre de 2015, la presa de la minera Samarco, controlada por Vale S/A y BHP Billiton, se rompió y una avalancha de 55 millones de m3 de lodo de desechos de mineral de hierro devastó distritos y pueblos enteros, mató a 19 personas y alcanzó 663 km de cuerpos hídricos hasta llegar al océano atlántico. En este relato se presenta una discusión sobre la cientificidad del crimen denominado en la investigación como crimen semicolonial Samarco/Vale/BHP. Se analizaron informes y laudos técnicos, documentos de las empresas, se acompañaron reuniones de negociación entre técnicos e ingenieros de las empresas y personas afectadas. Los resultados muestran que los análisis sobre las causas difunden una idea de relación multicausal con apariencia sistémica, manipulando la percepción sobre la causalidad. Por el contrario, se percibe que la velocidad de alteamiento de la represa se constituye como un momento predominante impulsado por la lógica de la extracción de tasas de ganancia exorbitantes.pt_BR
dc.identifier.uri2https://rua.ua.es/dspace/bitstream/10045/87667/1/Marcos_Calazans.pdfpt_BR
dc.identifier.doihttps://10.14198/GEOGRA2019.10.113pt_BR
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