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dc.contributor.advisorLopez, Debora Cristinapt_BR
dc.contributor.authorRodrigues, Nivaldo Damasceno-
dc.date.accessioned2021-09-09T15:29:07Z-
dc.date.available2021-09-09T15:29:07Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationRODRIGUES, Nivaldo Damasceno. O vídeo no rádio: apropriação ou transposição do modelo televisivo?. 2020. 141 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/13670-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Comunicação. Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractA partir de discussões sobre rádio expandido (KISCHINHEVSKY, 2016) e convergência de mídias (JENKINS, 2009), esta pesquisa discorre sobre a apropriação do formato de vídeo que é feita pela Rádio 98 FM, de Belo Horizonte-MG, a primeira Web Rádio TV brasileira, nas transmissões de seus programas ao vivo pela plataforma 98 Live e por seus perfis oficiais no Twitter e Instagram, página oficial no Facebook e grupos oficiais no Telegram. Assim, apresenta como problema central a seguinte pergunta: Quais aspectos visuais são adotados pela Rádio 98 FM na apropriação do formato de vídeo? Esta pesquisa se desenvolve com base teórica em Dubois (2014) e Castells (2009) para tratar sobre vídeo streaming e imagem. Canelas (2010) e Gerbase (2012) para falar sobre recursos e técnicas comumente utilizados no cinema e TV. Lopez (2012), Victor (2017), Rossetto (2018) e Rangel (2019) são referências para discutir sobre a apropriação de vídeo que hoje é feita por emissoras de rádio. Breed (1993) e Traquina (2005) entram como base de autores para discutir sobre as conformidades na estrutura organizacional dentro do contexto radiofônico. Assim, como metodologia, esta pesquisa adota a Análise de Conteúdo, de Laurence Bardin (2011). E a partir de seis categorias, treze unidades de registro e uma entrevista, apresentamos a análise dos 11 programas da rádio e dos vídeos publicados dentro das redes sociais nos dias 24 e 26 de outubro de 2020. Como resultados, observa-se que a emissora se apropria de diversas técnicas e recursos comumente utilizados na TV e cinema, porém ela ainda mantém centralidade narrativa no áudio durante as transmissões de seus programas ao vivo. A emissora também apresenta uma nova proposta de apropriação do formato de vídeo pelo viés de imagem como modelo de negócio no rádio (AVELAR; SCATULINO; GONÇALVES, 2018), se transformando, além de rádio, em momentos específicos por meio da transmissão em formato de vídeo, em um veículo de características semelhantes ao modelo televisivo.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/us/*
dc.subjectApropriação - artept_BR
dc.subjectAudiovisualpt_BR
dc.subjectConvergência tecnológicapt_BR
dc.subjectRadiodifusãopt_BR
dc.titleO vídeo no rádio : apropriação ou transposição do modelo televisivo?pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 30/08/2021 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Permite adaptação, desde que outros compartilhem pela mesma licença.pt_BR
dc.contributor.refereeLopez, Debora Cristinapt_BR
dc.contributor.refereeCoutinho, Iluska Maria da Silvapt_BR
dc.contributor.refereeMartins, Nair Prata Moreirapt_BR
dc.description.abstractenBased on discussions about expanded radio (KISCHINHEVSKY, 2016) and media convergence (JENKINS, 2009), this research discusses the appropriation of the video format that is made by Rádio 98 FM, Belo Horizonte-MG, the first Web Radio Brazilian TV, in the transmissions of their programs live on the 98 Live platform and through their official profiles on Twitter and Instagram, official Facebook page and official groups on Telegram. Thus, it presents the following question as its central problem: What visual aspects are adopted by Radio 98 FM in the appropriation of the video format? This research is developed with theoretical basis in Dubois (2014) and Castells (2009) to deal with streaming video and image. Canelas (2010) and Gerbase (2012) to talk about resources and techniques commonly used in film and TV. Lopez (2012), Victor (2017), Rossetto (2018) and Rangel (2019) are references to discuss the appropriation of video that is currently made by radio stations. Breed (1993) and Traquina (2005) come as a basis for authors to discuss the conformity in the organizational structure within the radio context. Thus, as a methodology, this research adopts the Content Analysis, by Laurence Bardin (2011). And from six categories, thirteen registration units and an interview, we present an analysis of the 11 radio programs and videos published on social networks on October 24th and 26th, 2020. As a result, it is observed that the station appropriates several techniques and resources commonly used in TV and cinema, but it still maintains a narrative centrality in the audio during the transmissions of its live programs. The station also presents a new proposal for the appropriation of the video format through the image bias as a business model in radio (AVELAR; SCATULINO; GONÇALVES, 2018), transforming itself, in addition to radio, at specific times through the transmission in the format of video, in a vehicle with characteristics similar to the television model.pt_BR
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