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dc.contributor.advisorRoatt, Bruno Mendespt_BR
dc.contributor.advisorCardoso, Jamille Mirelle de Oliveirapt_BR
dc.contributor.authorFerreira, Francielle Carvalho-
dc.date.accessioned2021-02-25T17:09:08Z-
dc.date.available2021-02-25T17:09:08Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationFERREIRA, Francielle Carvalho. Imunoterapia empregando diferentes composições vacinais para o tratamento da leishmaniose visceral em modelo hamster Mesocricetus auratus. 2020. 78 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/13123-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Pró-Reitoria de Pesquisa de Pós Graduação, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractA leishmaniose visceral (LV), causada pelos protozoários intracelulares Leishmania donovani e Leishmania infantum, é um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Na ausência de vacinas preventivas efetivas contra a doença, o tratamento quimioterápico é a principal ferramenta de controle utilizada de forma universal. No entanto, essa estratégia traz bastante consequências, como diversos efeitos adversos graves, necessidade de internação hospitalar e elevado tempo de terapia, o que leva ao abandono do tratamento e o surgimento de cepas de parasitos resistentes. Assim, levando em consideração que a prática quimioterápica convencional na LV humana e canina ainda é um desafio para a saúde pública mundial, a imunoterapia tem ganhado grande atenção na busca por protocolos terapêuticos mais seguros, com menos efeitos adversos e muitas vezes mais efetivos. Dessa forma, o objetivo desse estudo foi avaliar a imunoterapia constituída pelas vacinas terapêuticas LBSap, LBMPL e LBSapMPL para o tratamento da leishmaniose visceral utilizando o hamster Mesocricetus auratus como modelo experimental. Para isso, foram utilizados 128 hamsters machos e fêmeas que foram infectados com 2x107 promastigotas de L. infantum (cepa OP46) por via intraperitoneal. Aproximadamente 60 dias pós infecção, esses animais foram divididos em oito grupos experimentais (n=8 em duplicata): (i) grupo CI (controle infectado), (ii) Grupo Antígeno de L. brasiliensis (LB), (iii) Grupo Saponina (Sap), (iv) Grupo Monofosforil Lipídeo A (MPL), (v) Grupo Saponina + Monofosforil Lipídeo A (SapMPL), (vi) Grupo Antígeno de L. brasiliensis (LB) + Saponina (vacina LBSap), (vii) Grupo Antígeno de L. brasiliensis (LB) + Monofosforil Lipídeo A (vacina LBMPL) e (viii) Grupo Antígeno de L. brasiliensis + Saponina + Monofosforil Lipídeo A (vacina LBSapMPL). Aproximadamente 30 dias após o fim dos protocolos terapêuticos, os animais foram eutanasiados e foi avaliado o perfil hemato-bioquímico, a produção de IgG total anti-Leishmania, o perfil de linfócitos T produtores de citocinas intracitoplasmáticas (IFN-, TNF-, IL-10) e a carga parasitária esplênica. Todos os experimentos foram realizados em duplicata. Nossos principais resultados demonstraram um restabelecimento do quadro hematológico (série vermelha) dos animais submetidos à vacinoterapia com LBSap e LBMPL e de linfócitos no grupo LBMPL. Em relação aos parâmetros bioquímicos observamos uma normalização dos níveis de ureia e creatinina, AST/TGO, proteínas totais e globulinas nos grupos tratados com as vacinas LBSap, LBMPL e LBSapMPL. Os resultados da reatividade de IgG total anti-Leishmania demonstram uma menor reatividade nos grupos LBSap e LBMPL quando comparado aos grupos controles. Em relação à produção de citocinas intracitoplasmáticas, observamos um aumento tanto de linfócitos totais e CD4+ produtores de TNF- quanto de IFN- quanto redução de IL-10 por linfócitos totais e linfócitos CD4+ nos grupos submetidos à vacinoterapia com LBSap, LBMPL e LBSapMPL. De forma interessante, quando quantificamos a carga parasitária no baço, observamos uma redução drástica do parasitismo nos grupos imunotratados com LBSap, LBMPL e LBSapMPL. Nossos resultados sugerem que a imunoterapia utilizando as vacinas LBSap, LBMPL e LBSapMPL promovem um importante restabelecimento da resposta imunológica com consequente controle do parasitismo tecidual nos animais experimentalmente infectados por L. infantum.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectLeishmaniose visceralpt_BR
dc.subjectLeishmania infantumpt_BR
dc.subjectImunoterapiapt_BR
dc.subjectHamster como animal de laboratóriopt_BR
dc.titleImunoterapia empregando diferentes composições vacinais para o tratamento da leishmaniose visceral em modelo hamster Mesocricetus auratus.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 14/02/2021 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeRoatt, Bruno Mendespt_BR
dc.contributor.refereeCardoso, Jamille Mirelle de Oliveirapt_BR
dc.contributor.refereeDuarte, Mariana Costapt_BR
dc.contributor.refereeBorges, William de Castropt_BR
dc.description.abstractenVisceral leishmaniasis (VL), caused by the intracellular protozoa Leishmania donovani and Leishmania infantum, is a serious public health problem in Brazil and worldwide. In the absence of effective preventive vaccines against the disease, chemotherapic treatment is the main control tool used universally. However, this strategy has a lot of consequences, such as several serious side effects, the need for hospitalization and a long period of therapy, which leads to treatment abandonment and the emergence of resistant strains of parasites. Taking into account that the conventional chemotherapy practice in human and canine VL is still a challenge for public health worldwide, the immunotherapy has gained great attention in the search for safer therapeutic protocols, with fewer side effects and more effective. Thus, the objective of this study was to evaluate the immunotherapy constituted by LBSap, LBMPL and LBSapMPL therapeutic vaccines for the treatment of VL using the hamster Mesocricetus auratus as an experimental model. For this, 128 male and female hamsters were infected with 2x107 L. infantum promastigotes (OP46 strain) intraperitoneally. Approximately 60 days after infection, these animals were divided into eight experimental groups (n = 8 in duplicate): (i) CI group (infected control), (ii) L. brasiliensis Antigen Group (LB), (iii) Saponin Group (Sap), (iv) Monophosphoryl Lipid A Group (MPL), (v) Saponin + Monophosphoryl Group Lipid A (SapMPL), (vi) L. brasiliensis Antigen Group (LB) + Saponin (LBSap vaccine), (vii) L. brasiliensis Antigen Group (LB) + Monophosphoryl Lipid A (LBMPL vaccine) and (viii) Group L. brasiliensis antigen + Saponin + Monophosphoryl Lipid A (LBSapMPL vaccine). Approximately 30 days after the end of the therapeutic protocols, the animals were euthanized and the hemato-biochemical profile, the production of total anti-Leishmania IgG, the profile of intracytoplasmic cytokine-producing T lymphocytes (IFN-, TNF-, IL-10) and splenic parasitic load were evaluated. All experiments were performed in duplicate. Our main results demonstrated a reestablishment of the hematological condition (red series) of the animals submitted to vaccination with LBSap and LBMPL vacines and reestablishment of the lymphocytes in the LBMPL group. Regarding the biochemical parameters, we observed a normalization of urea and creatinine levels, AST/TGO, total proteins and globulins in the groups treated with the LBSap, LBMPL and LBSapMPL vaccines. The results of total antiLeishmania IgG reactivity demonstrate less reactivity in the LBSap and LBMPL groups when compared to the control groups. Regarding the production of intracytoplasmic cytokines, we observed an increase in both total and CD4+ lymphocytes producing TNF- and IFN- and a reduction in IL-10 by total lymphocytes and CD4+ lymphocytes in animals submitted to vaccination with LBSap, LBMPL and LBSapMPL. Interestingly, we observed a drastic reduction in spleen parasitism in the groups treated with LBSap, LBMPL and LBSapMPL vaccines. Our results suggest that immunotherapy using the LBSap, LBMPL and LBSapMPL vaccines promotes an important restoration of the immune response with consequent control of tissue parasitism in animals experimentally infected with L. infantum.pt_BR
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