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dc.contributor.authorBalbim, Guilherme Moraes-
dc.contributor.authorThon, Regina Alves-
dc.contributor.authorFerreira, Renato Melo-
dc.contributor.authorVieira, Lenamar Fiorese-
dc.date.accessioned2016-08-01T19:10:55Z-
dc.date.available2016-08-01T19:10:55Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationBALBIM, G. M. et al. Análise da autoeficácia e perfeccionismo em árbitros de natação do Brasil. Caderno de Educação Física e Esporte, v. 13, p. 1-11, 2015. Disponível em: <http://e-revista.unioeste.br/index.php/cadernoedfisica/article/view/13594/9590>. Acesso em: 16 jun. 2016.pt_BR
dc.identifier.issn2318-5090-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/6716-
dc.description.abstractO estudo teve como objetivo analisar os níveis de perfeccionismo e autoeficácia em árbitros brasileiros de natação. A amostra foi composta por 150 árbitros, 72 do sexo masculino e 78 do sexo feminino, com tempo mínimo de experiência de um ano no quadro oficial de suas federações, sendo 34 de nível estadual, 66 nacional e 50 internacional. Como instrumentos foram utilizados: ficha de identificação, Escala de Autoeficácia Geral Per¬cebida (EAEGP) e Escala Multidimensional de Perfeccionismo. Os dados foram coletados durante competições do calendário oficial da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos nos anos de 2011 e 2012. Na análise estatística utilizou-se os testes de Kolmogorov-Smirnov, Mann-Whitney, Kruskall-Wallis, Friedman e coeficiente de correlação de Spearman, com p<0,05. Observou-se que a característica de organização obteve o maior escore entre as características de perfeccionismo, as árbitras demonstraram mais preocupação com os erros, dúvidas na ação e maior perfeccionismo negativo quando comparadas aos árbitros, além disso, os árbitros de nível estadual evidenciaram maiores níveis de expectativas parentais, realização pessoal e perfeccionismo positivo do que de nível nacional. Conclui-se que árbitros de natação demonstraram altos níveis de autoeficácia e organização; árbi¬tras têm maiores escores em preocupações com os erros, dúvidas na ação e perfeccionismo negativo; não existe correlação entre perfeccionismo e autoeficácia em árbitros de natação do Brasil.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectNataçãopt_BR
dc.subjectÁrbitrospt_BR
dc.subjectSelf efficacypt_BR
dc.subjectPerfectionismpt_BR
dc.titleAnálise da autoeficácia e perfeccionismo em árbitros de natação do Brasil.pt_BR
dc.title.alternativeAnalysis of self - efficacy and perfectionism of swimming referees from Brazil.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseO periódico Caderno de Educação Física e Esporte permite o depósito da versão pós-print de um artigo. Permite remixagem, adaptação e nova criação a partir da obra para fins não comerciais desde que seja atribuído o crédito ao autor (CC BY-NC). Fonte: Diadorim <https://diadorim.ibict.br/handle/1/1086>. Acesso em: 29 out. 2019.pt_BR
dc.description.abstractenThe study aimed to analyze perfectionism and self-efficacy levels in swimming’s referees from Brazil. The sample was composed by 150 referees, 72 male and 78 female, with at least one year of experience in official federation’s staff, 34 from state level, 66 national and 50 international. As instruments was utilized: identifica¬tion form, General Perceived Self-efficacy Scale and Multidimensional Perfectionism Scale. Data were collected during competitions of official calendar from Brazilian Confederation of Aquatic Sports in 2011 and 2012. In statistical analysis were utilized the tests: Kolmogorov-Smirnov, Mann-Whitney, Kruskall-Wallis, Friedman and Spearman correlation coefficient, with p<0,05. It was observed that organization was the perfectionism charac¬teristic that obtained the highest score, female referees showed higher levels of concern over mistakes, doubts about actions and negative perfectionism than male referees, besides, state-level referees showed higher levels of parental expectations, personal standards and positive perfectionism than national-level. It was concluded that swimming referees showed high levels of self-efficacy and organization; female referees had higher scores in con¬cern over mistakes, doubts about actions and negative perfectionism; there is no correlation between self-efficacy and perfectionism in Brazilian swimming referees.-
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