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dc.contributor.advisorQuintaes, Késia Diegopt_BR
dc.contributor.authorSilva, Janiara David-
dc.date.accessioned2015-04-08T14:50:55Z-
dc.date.available2015-04-08T14:50:55Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationSILVA, Janiara David. Teor de energia, macronutrientes e minerais em dietas hospitalares orais prescritas a pacientes renais crônicos em tratamento conservador: estimativa de ingestão e avaliação da dieta. 2014. 134 f. Dissertação (Mestrado em Saúde e Nutrição) - Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Nutrição, Ouro Preto, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/4960-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractA contribuição da dieta para pacientes com Insuficiência Renal Crônica (IRC) têm importante impacto no quadro clínico, contribuindo tanto para minimizar ou acelerar a progressão da doença. O objetivo do trabalho foi avaliar a adequação dos teores dos minerais (Ca, Cu, Fe, Mg, Mn, K, Na, P, Zn e Se) das dietas renais orais hospitalares e do Complemento Alimentar Oral (CAO), ofertadas aos pacientes isoladamente ou associadas ao CAO, bem como os de teores energia e de macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) em relação as recomendações nutricionais. Amostras das refeições desjejum, colação, almoço, lanche, jantar e ceia, foram coletadas em dois dias não consecutivos de semanas diferentes dos meses de maio e setembro de 2010 e janeiro de 2011. O conteúdo de minerais foi determinado em duplicata por ICP-OES, enquanto os lipídeos foram por hidrólise ácida. O método de kjeldahl foi utilizado para determinação das proteínas e, os carboidratos quantificados por diferença. Utilizou-se o ANOVA e o teste t de Student para dados paramétricos e Kruskal-Wallis e U de Mann-Whitney para dados não-paramétricos. Um valor de p<0,05 foi fixado como sendo significativo. As dietas renais apresentaram deficiência dos minerais, Ca, Cu, Fe e Se para indivíduos de ambos os sexos. Para homens houve predomínio de déficit de Mg e Zn. Teores acima da recomendação para o Mn, P, K e Na foram encontrados, com o último extrapolando o UL (2,3 g). A combinação do CAO à dieta foi insuficiente na adequação da oferta de Ca, Zn e Se, no entanto, adequou os teores de Mg, Cu e Fe, tornando mais excessivo os níveis de Mn, P, K e Na. A densidade energética média das dietas foi baixa (0,7 kcal/g), com teor médio de lipídios totais (15%), ácido graxo linolênico (0,4 %) e, energia (23,4 kcal/kg/dia) inferiores à recomendação. Entretanto, os níveis de gorduras trans e saturadas das dietas estavam adequados. Por outro lado, o teor médio de carboidratos (63,5 %) e de proteínas (1,0 g/kg/dia) extrapolaram as recomendações nutricionais. A dieta hospitalar oral elaborada para pacientes com IRC foi considerada desbalanceada e desfavorável ao tratamento clínico destes pacientes, por apresentarem insuficiência em diversos minerais, com exceção de K, P e Mn, além do Na, que apresentou teor considerado tóxico. A combinação do CAO à dieta adequou os teores de Mg, Cu e Fe, sendo ineficiente para a adequação de Ca, Zn e Se, tornando mais excessivo os níveis de P, K, Mn e Na. Quanto ao perfil de macronutrientes e energia das dietas renais, estas são favoráveis à instalação da desnutrição por apresentarem baixa densidade energética (0,7 kcal/g), déficit de lipídios, e de ácido graxo linolênico. Além disso, podem dificultar o retardo e o controle da IRC pelo excesso de proteínas na dieta, além de terem exibido alto conteúdo de carboidratos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDietoterapiapt_BR
dc.subjectMinerais na nutriçãopt_BR
dc.subjectDieta na doençapt_BR
dc.subjectAlimentos - análisept_BR
dc.titleTeor de energia, macronutrientes e minerais em dietas hospitalares orais prescritas a pacientes renais crônicos em tratamento conservador : estimativa de ingestão e avaliação da dieta.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 28/02/2014 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.description.abstractenThe contribution of diet for patients with Chronic Kidney Disease (CKD) has important impact clinical, contributing either to minimize or accelerate disease progression. The objective of this study was to evaluate the adequacy of the levels of minerals (Ca, Cu, Fe, Mg, Mn, K, Na, P, Zn and Se) of hospital renal diets and a Food Supplement Oral (OFC), offered to patients isolated or associated with OFC as well as energy levels and macronutrients (carbohydrates, proteins and lipids totals) compared the nutritional recommendations. Samples of meals breakfast, collation, lunch, snack, dinner, and supper were collected in two non-consecutive days in six diferents weeks during months May and September 2010 and January 2011. The mineral content was determined in duplicate by ICP-OES, while the lipid was by acid hydrolysis. The Kjeldahl method was used for determination of protein and carbohydrates determined by difference. The ANOVA and the t- Student test were used for parametric data and Kruskal-Wallis test and Mann-Whitney for data non-parametric conditions. A value p <0.05 was fixed set at statistical significance. Renal diets showed deficiency of Ca, Cu Fe and Se minerals for individuals of both sexes. For men there was a predominance deficit of Mg and Zn. Above the recommended levels for Mn, P, K and Na were found, with the last extrapolating the UL (2.3 g). The combination of the OFC with the diet did not turn Ca, Zn and Se contents to adequate levels, however, provide adequate the levels of Mg, Cu and Fe, and added unnecessary levels of Mn, P, K and Na. The average energy density of the diets was low (0.7 kcal / g), with average lipid content (15%), linolenic fatty acid (0.4%) and energy (23.4 kcal / kg / day) lower than the recommendation. However, the levels of trans and satured fat were adequate. On the other hand, the average carbohydrate content (63.5%) and protein content (1.0 g / kg / day) extrapolated the recommendations nutrition levels. The oral hospital diet prepared for patients with CKD was considered unbalanced and an unfavorable clinical treatment of these patients by presenting deficiency in various minerals, with the exception of K, P and Mn, in addition to Na, that presented content considered toxic. The combination of OFC with the diet provide adequate levels of Mg, Cu and Fe and was inefficient for the adequacy levels of Ca, Zn and Se, becoming more excessive levels of P, K, Mn and Na. In terms of adequacy the macronutrients and energy renal diets are favorable to the installation of malnutrition because of their low energy density (0.7 kcal/g), deficit of lipids and fatty acid linoleic acid. Also, can hamper and delay control of IRC by excess protein in the diet, exhibiting high carbohydrate content.-
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