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Título: A mulher professora e seus tropeços diante da diferença.
Autor(es): Ferraz, Cláudia Itaborahy
Orientador(es): Diniz, Margareth
Palavras-chave: Professores - stress ocupacional
Professores - formação
Mulheres na educação
Professoras
Mal estar docente
Data do documento: 2013
Editora / Evento / Instituição: Programa de Pós-Graduação em Educação. Departamento de Educação, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto.
Referência: FERRAZ, C. I. A mulher professora e seus tropeços diante da diferença. 2013. 133f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2013.
Resumo: A dissertação percorre os caminhos por meio dos quais pensamos a mulher professora e suas queixas diante da diferença do outro e o mal-estar que carrega em seus corpos do(c)entes. Reflete-se sobre o gênero feminino, pensando o contexto rural em que estão inseridas, o ser mãe-mulher-professora e a posição que assumem diante da feminilidade. Questiona-se a formação docente que desconsidera as subjetividades dentro da escola e interroga-se de que maneira a diferença de ser uma mulher pode não ser um problema e sim um dispositivo que favorece o encontro entre a professora, sua diferença e a diferença do outro. Interroga-se, ainda, a possibilidade de um deslocamento da impotência de educar para a impossibilidade de educar, pensando nesse corpo chamado educação e percebe-se que tal deslocamento não se faz alienado do processo de ser mulher. Além disso, aponta-se a feminilidade como saída para que as mulheres professoras possam amenizar o mal-estar que experimentam no cotidiano escolar; A feminilidade como espaço a ser potencializado com espaço da diferença, da alteridade. Um buraco capaz de provocar deslocamentos nas professoras no sentido da arte, a política, das reticências. _______________________________________________________________________________
ABSTRACT: The dissertation on the trails by which we think the woman teacher and her complaints before the other's difference and malaise that carries in herself. Reflects on the female, thinking the rural context in which they operate and the position they take on femininity, being a mother-teacher-wife. Questions the teacher education that ignores the subjectivity within the school and wonders how the difference of being a woman can be more than a problem, being a device that facilitates the meeting between the teacher, their difference and the difference from the other and his student. Wonders also the possibility of a shift from powerlessness to educate the impossibility of educating, thinking that body called education and realizes that such displacement does not alienated from the process of being a woman. Additionally, it points to femininity as an outlet for women teachers can ease the discomfort they experience in everyday school life; Femininity as a space to be augmented with space of difference, otherness. A hole can cause shifts in teachers towards art, politics, the ellipsis.
URI: http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/3015
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