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dc.contributor.authorDiniz, Amanda Popolino-
dc.contributor.authorAlves, Márcia Elivane-
dc.contributor.authorFajardo, Virgínia Capistrano-
dc.contributor.authorFreitas, Silvia Nascimento de-
dc.contributor.authorBatista, Guilherme Augusto Sousa-
dc.contributor.authorAthadeu, Bruno Francia Maia-
dc.contributor.authorCoelho, George Luiz Lins Machado-
dc.contributor.authorOliveira, Fernando Luiz Pereira de-
dc.contributor.authorPimenta, Fausto Aloísio Pedrosa-
dc.contributor.authorNascimento Neto, Raimundo Marques do-
dc.date.accessioned2021-12-06T17:47:05Z-
dc.date.available2021-12-06T17:47:05Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.citationDINIZ, A. P. et al. Body fat indicators for cardiometabolic risk screening among shift workers. Revista Brasileira de Medicina do Trabalho, v. 18, p. 125-132, 2020. Disponível em: <https://www.rbmt.org.br/details/1521/en-US/body-fat-indicators-for-cardiometabolic-risk-screening-among-shift-workers>. Acesso em: 10 jun. 2021.pt_BR
dc.identifier.issn2447-0147-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14079-
dc.description.abstractBackground: In view of the costly methods currently available for the assessment of body adiposity, anthropometric obesity indicators have proven effective in predicting cardiovascular risk. Objective: To investigate the discriminatory power of body fat indicators for cardiovascular risk screening among shift workers. Methods: Cross-sectional study with male employees of an iron ore extraction company. The predictive power of body fat indicators relative to cardiovascular risk was analyzed based on the Framingham risk score and metabolic syndrome by means of receiver operating characteristic curves, sensitivity, specificity, positive and negative predictive values, area under the receiver operating characteristic curve and Youden’s index. Results: The prevalence of cardiovascular risk was 14.2% in the metabolic syndrome risk model. According to the Framingham score, 95.0%, 4.1% and 0.9% of the participants exhibited low, moderate and high risk, respectively. All the analyzed body fat indicators exhibited satisfactory discriminatory power for the tested cardiovascular risk models. Conclusion: Waist-height ratio exhibited the highest ability to predict cardiometabolic risk in both risk models.pt_BR
dc.language.isoen_USpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectObesitypt_BR
dc.subjectCircadian rhythmpt_BR
dc.subjectAnthropometrypt_BR
dc.subjectObesidadept_BR
dc.subjectRitmo circadianopt_BR
dc.titleBody fat indicators for cardiometabolic risk screening among shift workers.pt_BR
dc.title.alternativeIndicadores de adiposidade corporal na triagem do risco cardiometabólico em trabalhadores de turno.pt_BR
dc.typeArtigo publicado em periodicopt_BR
dc.rights.licenseThis is an open access article distributed under the terms of the Creative Commons license. Fonte: o PDF do artigo.pt_BR
dc.description.abstractenIntrodução: Diante da existência de métodos onerosos para a avaliação da adiposidade corporal, os indicadores antropométricos para obesidade têm se mostrado instrumentos eficazes para predizer os riscos cardiovasculares. Objetivo: Determinar a capacidade discriminatória dos indicadores de adiposidade corporal para triagem do risco cardiovascular em trabalhadores de turno alternante. Métodos: Estudo transversal com trabalhadores do sexo masculino de uma empresa de extração de minério de ferro. Analisou-se a capacidade preditiva dos indicadores de adiposidade para o risco cardiovascular de acordo com o escore de Framingham e síndrome metabólica, com base na curva receiver operating characteristic, em análises de sensibilidade, especificidade, valores preditivos positivos e negativos e índice de Youden. Resultados: A prevalência de risco cardiovascular foi de 14,2% para o modelo de risco síndrome metabólica, e, de acordo com o escore de Framingham, 95,0, 4,1 e 0,9% dos indivíduos apresentaram baixo, médio e alto risco, respectivamente. Todos os indicadores de adiposidade exibiram capacidade discriminatória para os modelos de risco cardiovasculares avaliados. Conclusões: A relação cintura-estatura foi o indicador com maior capacidade para predizer o risco cardiometabólico em ambos os modelos de risco cardiovascular na população de trabalhadores de turno.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.47626/1679-4435-2020-440pt_BR
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