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dc.contributor.advisorGonçalves, Luana Giattipt_BR
dc.contributor.authorSilva, Acácia Antônia Gomes de Oliveira-
dc.date.accessioned2021-06-27T18:20:26Z-
dc.date.available2021-06-27T18:20:26Z-
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Acácia Antônia Gomes de Oliveira. Circunferência do pescoço e risco cardiovascular em 10 anos: diferenças por sexo. análise seccional da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). 2017. 92 f. Dissertação (Mestrado em Saúde e Nutrição) - Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Nutrição, Ouro Preto, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/13295-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: A circunferência do pescoço (CP) é uma estimativa da gordura do pescoço e da gordura subcutânea da parte superior do corpo, cujo aumento parece conferir risco cardiovascular adicional àquele conferido pela adiposidade geral e abdominal. O Framingham Global Risk Score (FGRS) fornece uma estimativa do risco de desenvolver DCV em 10 anos, utilizado para identificar indivíduos sob maior risco de DCV, inclusive na prática clínica. OBJETIVO: O objetivo da presente dissertação foi verificar a associação entre a circunferência do pescoço e o risco de evento cardiovascular em 10 anos em homens e mulheres participantes da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil). MÉTODOS: Trata-se de estudo de corte transversal com participantes da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSABrasil) (2008-2010). O ELSA-Brasil é uma coorte multicêntrica com 15.105 servidores públicos, ativos e aposentados de instituições de ensino e pesquisa de seis capitais de estados brasileiros. Para a presente análise, foram excluídos os indivíduos com relato de DCV (n=738) e sem informações para DCV (n=26), CP (n=11), FGRS (n=28) e covariáveis (n=382), permanecendo 13.920 participantes. As características da população do estudo e dos componentes do FGRS foram descritas por meio de frequências absolutas e relativas, médias e desvio padrão (±DP) ou medianas (1º e 3º quartis) e utilizados testes comparação dessas medidas. A associação entre a CP (utilizada como variável contínua e agrupda em quartis) e o risco DCV em 10 anos, mensurado pelo FGRS, foi estimada por meio de Modelos Lineares Generalizados (MLG), com distribuição gama e função logarítmica, cujo exponencial do coeficiente de regressão fornece a Razão da Médias Aritméticas com intervalo de 95% de confiança (RMA, IC95%). Foram realizados ajustes por idade, escolaridade, raça/cor autorreferida, consumo de álcool, atividade física no lazer, índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC). RESULTADOS: A média de idade dos participantes foi de 51,7 anos (DP±7,6), sendo 55% mulheres. A média da CP aumentou com o incremento do risco de DCV em 10 anos agrupado em categorias de risco (risco baixo <6%, intermediário ≥6% e ≤20% e alto >20%) em ambos os sexos. Após todos os ajustes, incluindo as demais medidas de adiposidade corporal, a CP permaneceu independentemente associada a um aumento de 3% na média aritmética do risco DCV em 10 anos (RMA= 1,03; IC 95% 1,01-1,03) nos homens e de 5% (RMA= 1,05; IC 95% 1,04-1,06) nas mulheres. Nos modelos de regressão utilizando a CP agrupada em quartis, após todos os ajustes, observamos que comparados ao primeiro quartil todos os demais apresentaram aumento gradual na média aritmética no risco de DCV em 10 anos, que chegou a um incremento de 18% entre os que estavam no último quartil (IC95%: 1,13-1,24) entre os homens e a 35% (IC95%: 1,28-1,43) entre as mulheres. Foram realizadas análises de sensibilidade com a exclusão de participantes em uso de hipolipemiantes, uso de corticoides, e de mulheres em uso de anticoncepcional ou em reposição hormonal e essas exclusões não levaram a alteração nos resultados observados. CONCLUSÃO: Nossos resultados sugerem uma associação entre a circunferência do pescoço e o risco DCV em 10 anos, mensurado pelo Framingham Global Risk Score em ambos os sexos, mas indicando maior força de associação entre as mulheres. Contudo, novos estudos em outras populações e análises longitudinais são necessários.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectDoença cardiovascularpt_BR
dc.subjectCircunferência do pescoçopt_BR
dc.subjectSexopt_BR
dc.titleCircunferência do pescoço e risco cardiovascular em 10 anos : diferenças por sexo. análise seccional da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil).pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 13/05/2019 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeAmaral, Joana Ferreira dopt_BR
dc.contributor.refereeFreitas, Silvia Nascimento dept_BR
dc.contributor.refereeGonçalves, Luana Giattipt_BR
dc.description.abstractenINTRODUCTION: The effect of adipose tissue on the development of CVD varies between different fat deposits. Neck Circumference (NC) provides an estimate of neck fat and upper body subcutaneous fat that has been singled out as the sole body fat deposit that confers additional cardiovascular risk above and beyond general and central body fat. OBJECTIVE: The objective of this dissertation was to verify the association between neck circumference and cardiovascular risk in 10 years in men and women participants from the baseline of the Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brazil). METHODS: A cross-sectional study was conducted with participants from the Study of the Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brazil) baseline (2008-2010). ELSABrazil is a multicentre cohort composed of 15,105 civil serventes from institution of education and research institutions in six Brazilian state capitals. For the present analysis, individuals with a history of CVD (acute myocardial infarction, heart failure, stroke and coronary artery bypass grafting) (n = 738), missing information for CVD (n = 26), for NC = 11), for the Framingham Global Risk Score (n = 28) and for covariables (n = 382) were excluded. At the end the sample analytic was composed by 13,920 participants.The characteristics of the study population and the FGRS components were described by means of absolute and relative frequencies (categorical variables) and means and standard deviation (± SD) or medians (1st and 3rd quartiles) (continuous variables). Pearson's Chisquare test was used for comparison of frequencies, Student's t-test for comparison of means and Kruskal-Wallis test for comparison of medians. The association between NC (continous variable and agrouped in quartiles) and the10-years CDV risk, measured by the FGRS, was estimated using Generalized Linear Models (MLG), with gamma distribution and logarithmic function, whose exponential regression coefficient gives the Arithmetic Mean Ratio with 95% confidence interval (RMA, 95% CI). Potential confounding factors were age, schooling, self-reported race / color, alcohol consumption, leisure time physical activity, body mass index (BMI) and waist circumference (WC). RESULTS: The mean age of participants was 51.7 years (SD ± 7.6), being 55% female. The mean NC increased according to risk categories of the 10-year CVD risk (low risk <6%, intermediate ≥6% and ≤20% and high> 20%) in both sexes. In the crude analysis, it was observed that the increase of one centimeter in NC was associated with an increase of 5% (RMA = 1.05, 95% CI: 1.04-1.05) in the mean 10-year CVD risk in men and 11% (RMA = 1.11, 95% CI: 1.10-1.12) in women. After all the adjustments, including the other measures of body adiposity, NC remained independently associated with a 3% increase in the arithmetic mean of CVD risk in 10 years (RMA = 1.03, 95% CI, 1.01- 1.03) in men and 5% (RMA = 1.05, 95% CI 1.04-1.06) in women. In the regression models using NC grouped in quartiles, after all the adjustments, we observed that, compared to the first quartile, all the others presented a gradual increase in the arithmetic mean in the risk of the 10-years CVD risk, which reached an increase of 18% in men who were in the last quartile (95% CI: 1.13-1.24) and 35% (95% CI: 1.28-1.43) in women. Sensitivity analyzes were performed with the exclusion of participants taking lipidlowering drugs, corticosteroids, and women taking contraceptives or hormone replacement, and these exclusions did not lead to alteration in the observed results. CONCLUSION: Our results suggest an association between NC and 10-years CVD risk as measured by the Framingham Global Risk Score in both sexes, but indicating a greater strength of association among women.pt_BR
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