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dc.contributor.advisorFreixo, André de Lemospt_BR
dc.contributor.authorPinn, Maria Lídia de Godoy-
dc.date.accessioned2021-05-27T00:19:12Z-
dc.date.available2021-05-27T00:19:12Z-
dc.date.issued2021pt_BR
dc.identifier.citationPINN, Maria Lídia de Godoy. Tem-se que se tornar visível, porque o rosto de um é o reflexo do outro, o corpo de um é o reflexo do outro: Maria Beatriz Nascimento e a reescrita da história do Brasil. 2021. 100 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/13252-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em História. Departamento de História, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractTrazemos para a cena os trabalhos acadêmicos e intelectuais da historiadora Maria Beatriz Nascimento enquanto um constitutivo teórico e historiográfico para a disciplina histórica, apresentando os deslocamentos postos em suas produções que questionam e desnudam as insuficiências para a estruturação do conhecimento histórico. Maria Beatriz Nascimento (1942-1995), foi uma importante intelectual e militante do movimento negro contemporâneo brasileiro das décadas de 1970, 1980 e 1990, em suas produções defendia e sistematizava a reescrita da história das populações negras sob outras bases metodológicas e teóricas, pois, para a autora, nem o método e nem a teoria que orientavam a disciplina histórica no país seriam capazes de lidar com o passado das populações negras. Assim sendo, tivemos como objetivo apresentar os caminhos e as fronteiras epistemológicas propostas por Maria Beatriz Nascimento para reescrever a história do Brasil.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectMaria Beatriz Nascimentopt_BR
dc.subjectHistoriografiapt_BR
dc.subjectHistória do Brasilpt_BR
dc.subjectMovimento negropt_BR
dc.titleTem-se que se tornar visível, porque o rosto de um é o reflexo do outro, o corpo de um é o reflexo do outro : Maria Beatriz Nascimento e a reescrita da história do Brasil.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 20/05/2021 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeFreixo, André de Lemospt_BR
dc.contributor.refereePereira, Ana Carolina Barbosapt_BR
dc.contributor.refereeMuniz, Kassandra da Silvapt_BR
dc.description.abstractenIn this dissertation we bring to the scene the academic and intellectual works of the historian Maria Beatriz Nascimento as a theoretical and historiographic constitutive for the historical discipline, presenting the displacements placed in their productions that question and bare the insufficiencies for the structuring of historical knowledge. Maria Beatriz Nascimento (1942-1995), was an important intellectual and militant of the Brazilian contemporary black movement of the 1970s, 1980s and 1990s, in her productions defended and systematized the rewriting of the history of black populations under other methodological and theoretical bases, For, for the author, neither the method nor the theory that guided the historical discipline in the country would be able to deal with the past of black populations. Therefore, this dissertation aims to present the paths and epistemological borders proposed by Maria Beatriz Nascimento to rewrite the history of Brazil.pt_BR
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