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dc.contributor.advisorPereira, Luisa Rauterpt_BR
dc.contributor.authorOliveira, Gustavo Castanheira Borges de-
dc.date.accessioned2020-08-26T14:58:38Z-
dc.date.available2020-08-26T14:58:38Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Gustavo Castanheira Borges de. Pluralidade e universalidade: estudo sobre as concepções de tempo e história em Reinhart Koselleck e Jörn Rüsen. 2018. 125 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/12647-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em História. Departamento de História, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação tem como foco as Teorias da História dos historiadores alemães Reinhart Koselleck (1923 - 2006) e Jörn Rüsen (1938 -), trabalhando com ambos a partir das noções de “pluralidade” e “universalidade”, analisando como elas se articulam na teoria de cada um e também quais as similaridades e diferenças entre estes dois autores no tocante ao uso destas noções. A primeira delas diz respeito à dupla abordagem historiográfica realizada por Koselleck e Rüsen: a pluralização da história e do tempo. Serão analisadas as críticas de Koselleck à noção de “História no singular”, entendida como um processo único destinado a um determinado objetivo, e sua teorização sobre os múltiplos estratos do tempo, bem como os argumentos de Rüsen em favor da pluralidade de identidades, de narrativas históricas e da diversidade cultural. Já a dimensão da universalidade aparece em Koselleck através do significado e da função que o autor atribui à teoria da história, entendida por ele como teoria das “condições de possibilidade da história”. Influenciado pelas leituras de Heidegger e Schmitt, o autor mapeia tais condições através de pares conceituais, dentre os quais: amigo e inimigo; interior e exterior; acima e abaixo. Rüsen, influenciado por Koselleck, também se dedicou a encontrar elementos universais da experiência histórica. A nossa tese é a de que Koselleck constrói uma antropologia histórica baseada no “conflito”, enquanto a de Rüsen é calcada na noção de “humanidade”, e tal discordância revela as diferenças políticas e epistemológicas entre os autores.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.titlePluralidade e universalidade : estudo sobre as concepções de tempo e história em Reinhart Koselleck e Jörn Rüsen.pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 19/03/2018 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereePereira, Luisa Rauterpt_BR
dc.contributor.refereeMata, Sérgio Ricardo dapt_BR
dc.contributor.refereeAssis, Arthur Alfaixpt_BR
dc.description.abstractenThe present dissertation focuses on the History`s Theories of German historians Reinhart Koselleck (1923 - 2006) and Jörn Rüsen (1938 -), studying along both of them with notions of "plurality" and "universality", analyzing how these notions fix in each author`s theories and also, what are the similarities and differences between these two authors regarding the use of these notions. The first one concerns about the double historiographical approach realized by Koselleck and Rüsen: the pluralization of history and time. It will be analyzed Koselleck's criticisms about the notion of "History in the singular", understood as a single process destined to a determinate objective, his theorization about the multiple layers of time, as well as Rüsen's arguments in favor of the plurality of identities, of historical narratives and cultural diversity. About the dimension of universality, it appears in Koselleck`s through the meaning and function that the author attributes to the theory of history, understood by him as theory of "history`s conditions of possibility." Influenced by the readings of Heidegger and Schmitt, Koselleck maps such conditions through conceptual pairs, among which: friend and foe; interior and exterior; above and below. Rüsen, influenced by Koselleck, also dedicated himself to find universal elements of historical experience. Our thesis is that Koselleck develops a historical anthropology based on "conflict", while that Rüsen`s is based on the notion of "humanity", and this difference between them reveals the political and epistemological differences of the authors.pt_BR
Aparece nas coleções:PPGHis - Mestrado (Dissertações)

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