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dc.contributor.advisorRoza, Luciano Magelapt_BR
dc.contributor.advisorAbreu, Marcelo Santos dept_BR
dc.contributor.authorPaula, Guilherme Oliva de-
dc.date.accessioned2020-02-14T11:03:57Z-
dc.date.available2020-02-14T11:03:57Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationPAULA, Guilherme Oliva de. Antirracismo, história e tempo: ações afirmativas e reparação histórica no jornal Folha de São Paulo (2000-2012). 2019. 140 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/11901-
dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em História. Departamento de História, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto.pt_BR
dc.description.abstractNesta dissertação apresento uma possível ligação entre os campos dos estudos raciais e da teoria da história, demonstrando como as diferentes performances dos conceitos de história, tempo e antirracismo podem ser conectadas a algumas interpretações sobre a formação nacional brasileira e a atuação dos movimentos sociais negros ao longo do período republicano brasileiro. Com isso, procuro historicizar as interpretações sobre as relações raciais no Brasil e a atuação dos movimentos sociais negros em diferentes contextos. Por conseguinte, apresento as possíveis relações entre a emergência de uma experiência do tempo e da história ligadas à ética da reparação dos traumas do passado com o desenvolvimento da luta pelas ações afirmativas para a população negra no final do século XX e início do século XXI. Por fim, por meio da análise dos argumentos dos articulistas do jornal Folha de São Paulo, entre os anos de 2000 e 2012, demonstro que os mesmos constroem seus posicionamentos sobre as ações afirmativas por critérios raciais lançando mão de duas interpretações históricas sobre a questão racial brasileira distintas. Os contrários valorizam a narrativa da miscigenação, negando a valorização política e identitária do conceito de raça. Ao passo que os favoráveis, por meio da ótica da reparação histórica, estabelecem a desigualdade racial presente como um processo de perpetuação histórica do qual só a valorização do conceito de raça é capaz de auxiliar no tratamento destes passados que não passam, representados pela desigualdade racial presente.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsabertopt_BR
dc.subjectProgramas de ação afirmativapt_BR
dc.subjectAntirracismopt_BR
dc.subjectTempopt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectBrasil - relações raciaispt_BR
dc.titleAntirracismo, história e tempo : ações afirmativas e reparação histórica no jornal Folha de São Paulo (2000-2012).pt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 25/11/2019 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais nem a adaptação.pt_BR
dc.contributor.refereeRoza, Luciano Magelapt_BR
dc.contributor.refereeFreixo, André de Lemospt_BR
dc.contributor.refereeMiranda, Shirley Aparecida dept_BR
dc.description.abstractenThis dissertation aims to present the possible link between the fields of racial studies and the theory of history, demonstrating how different performances of the concepts of history, time and anti-racism can be connected to some interpretations about the Brazilian national formation and the performance of the black moviments over the Brazilian republican period. With this, I try to historicize the interpretations about race relations in Brazil and the performance of black social movements in different contexts. Next, it is presented the possible relation between the emergence of the experience of time and history related to the ethics of past trauma damage and the fight for affirmative actions to the black population in the late twentieth and early 21st century. Finally, by analyzing the arguments in articles written for the newspaper Folha de São Paulo between 2000 and 2012, we demonstrate that the authors build their positions on affirmative actions based on racial criteria using two different historical interpretations on the issue. The ones against the actions implementation value the miscegenation narrative, denying the political and identity appreciation of the concept of race, while the ones in favor, by considering the perspective of historical reparation, point out that today’s racial inequality has been perpetuated throughtout the history and taking the concept of race into consideration is the only way to make up for this past that never passes depicted by the current racial inequality.pt_BR
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